quinta-feira, 27 de setembro de 2018
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Encontro dia 17/08/2018
Ebaaa... mais um encontro!!! Ou
reencontro?
Nos reunimos, Andréia Modanese,
Gisele Faria, Jaqueline DIel, Keila, Cátia Fernanda, Maria Albaniza, Rosangela
Silva, Ester Sofia Peruzzo, Heloisa, Cleusa Verônica, Marilene, Sandra Donato,
Irene Beber e eu Kelen Galvão para nos reencontrarmos e nos encontrarmos em
nossas discussões e concepções.
Professora
Irene iniciou sua fala acolhendo as novas integrantes do grupo e destacou atual
situação da parceria que o grupo de estudos tem com a Secretaria Municipal de
Educação Esporte e Cultura, já que a única integrante que participa do grupo é
a professora Jaqueline Diel e não está mais a frente do Centro de Formação.
Lamentamos a ausência da Prof. Jaqueline no Centro de Formação, pois muitas
formações eram pensadas por ela e beneficiava diretamente os professores da
educação infantil na escola e na formação continuada.
No
ensejo, o grupo fez uma homenagem aos trabalhos prestados pela prof. Jaqueline
presenteando-a com uma caneca e um vídeo. Algumas palavras foram ditas,
palavras que não foram jogadas ao vento mais palavras que trouxeram acalento e
acolhimento ao momento e ao coração da prof. Reconhecemos o papel fundamental
da formação continuada e as parcerias que fortalecem o Sistema de Ensino e a
prática docente do profissional da educação infantil. O encontro se deu entorno
das discussões da gestão escolar, da ação docente, da gestão municipal, da
implementação de políticas públicas, qualidade da educação, recursos públicos,
entre outros.
Quais
são as ações que caracterizam a ação docente? O que qualifica meu trabalho
junto as crianças e a comunidade escolar?
A professora Heloisa relatou sua
experiência na gestão escolar quando seu grupo de docentes não aprovava a ideia
de fazer reunião de pais fora do horário de serviço, porém foi proposto pela
própria comunidade escolar e o comparecimento foi muito maior que nas demais
reuniões.
Diante da experiência traçamos
uma linha de pensamento que nos leva a pensar as ações docentes que compreende as
especificidades do serviço público e dentro da educação infantil em especial.
Os deveres e obrigações que o docente tem e precisa cumprir para apresentar um
diferencial qualitativo nas tarefas cotidianas.
Como
consolidar a diferença qualitativa entre um professor e um T.D.I.? A sociedade
precisa reconhecer e identificar essa diferença qualitativa.
A prof.
Marilena levantou a questão sobre o atendimento das crianças hoje serem feita
por meninas adolescentes do ensino médio e não estudantes de Pedagogia. Para
que possamos repensar o lugar do docente na educação infantil. Prof. Irene
lembra que isso deve ser implementado na elaboração da nova Resolução do
Conselho Municipal de Educação Infantil, onde a mesma sugeriu quando esteve em
reunião no próprio conselho. E que perdemos a qualidade e experiencia das
cursistas que estão finalizando a graduação e que não podem mais ter contrato
com o CIEE.
Sugestão: Artigo Daniela
Guimaraes – pesquisadora de bebes / relação do corpo/ ação corporal do adulto
com as crianças
Postagem: Jaqueline Diel.
Texto e fotos: Kelen Galvão.
sexta-feira, 8 de junho de 2018
Encontro 08/06/2018.

Presentes no encontro hoje: Jaqueline Diel, Irene Beber, Delci, Vanda Strapassion, Catia Ristoff, Ester Peruzzo, Kely Campos, Andreia Modanese e Kelen Galvão. Nosso grupo está aumentando... Coisa boa !!!
Em mais um desafio de criar uma cultura de profissionais que estudam a infância, o grupo de estudos Tecendo Infâncias se reuniu para um tempo de debates, reflexões e construções de concepções.
Resgatamos os primeiros capitulo do livro referência:
As Cem Linguagens da Criança. Aspectos históricos e sociais da construção e concepção de escolas, a construção italiana de escolas pós guerra, a participação efetiva da comunidade, o envolvimento das famílias, a presença das famílias como princípio de inserção das famílias nas escolas, nas pesquisas na documentação pedagógica e etc.
Reflete-se sobre qual o sentimento de pertencimento da comunidade escolar com a escola que a criança está inserida.
Qual o sentimento de pertencimento que os docentes tem com a escola?
Todo processo de envolvimento de qualidade passa pelo vinculo. Toda comunidade tem suas caraterísticas próprias, toda escola, grupo de crianças, grupo de docentes tem suas características especificas. E isso desenvolve sentimento de pertencimento ao lugar.
A escola surge financiada pela comunidade. Pública comunitária. Que é mantida pela população.
Entramos na discussão sobre os projetos, sobre os registros. Analisamos as figuras dos desenhos das crianças sobre o supermercado, a riqueza de detalhes.
Precisamos pensar que aprendemos nos relacionarmos com as coisas. Na experiência de visitar um lugar é preciso perceber que as crianças aprendem coisas sozinhas e não necessariamente o professor precisa ensina-las. O movimento de leva-las já sugere diversas aprendizagens.
Discorremos sobre a importância do trabalho com os projetos. Que o ponto de partida seja realmente a criança. Refletir sobre as necessidades das crianças no meio onde vivem e no ambiente próximo da vivencia das crianças. O registro, ato que faz parte da documentação pedagógica, também foi mencionado como parte do trabalho docente e a práxis pedagógica. A análise das fotos, das falas das crianças, o resgate das ações desenvolvidas durante os planejamentos e as práticas docentes.
Um dos grandes desafios da docência é conseguirmos capturar a aprendizagem das crianças, como saber se as crianças aprenderam ou não? Toda a narrativa demostrada no desenho, deriva de uma atenção e atenção que as crianças tiveram na experiência vivenciada. Tudo que lemos sobre os registros revelam o que as crianças sabem sobre a brincadeira de ir ao supermercado. Aspectos como a organização das pessoas, organização dos alimentos, dos carrinhos, tudo isso é aprendizagem social riquíssima e também é experiência de letramento. Vivenciar situações reais. É muito importante sempre proporcionar experiências reais para as crianças, onde elas podem observar e pensar sobre as situações reais e não fictícias.
O trabalho com pedagogia de projetos é riquíssimo em possibilidades para desenvolver as competências das crianças. Ele promove a responsabilidade social e a prática democrática. Umas das primícias desse trabalho, é a participação dos pais e das famílias. E isso demanda investimento nas famílias e um olhar atento da gestão escolar e das professoras. Valorizar as experiências familiares, traze-las para dentro do contexto escolar. Torna-las agentes ativos no processo de aprendizagem das crianças.
Valorizar as interações, família, criança e escola. Emy Pikller diz que as crianças emitem sinais, e esses sinais são mais presentes e fecundos durante o crescimento e no momento que as aprendizagens são efetivadas nas crianças. A relação entre crianças e adultos na escola, não podem deixar e desconsiderar as famílias.
Em Reggio, vemos uma proposta definida e a valorização do tempo de estudo, de relação criança/adulto, das materialidades, da artes plásticas e etc.
Próximo encontro dia: 06/07
Avaliação: o que vocês percebem que o tempo de estudos, já modificou na ação docente?
Delci: - Eu me sentia sem direção e taxada por desordeira na questão da fila, no sentido de não fazer fila com as crianças, e agora estou mais segura em deixar as crianças caminharem livres, acho até bonito de ver.
Registro feito por Kelen Galvão.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Encontro 11/05/2018
11/05/2018;


Nosso grupo teve novos participantes, coisa boa... Professora Ester da EMEI Gente Feliz, Professora Adriana, atualmente Coordenadora Pedagógica da EMEI Gerson Pires.
Entre uma cuia de chimarrão e outra, os diálogos emergiram na introdução do livro, permeando pelos caminhos dos relatos de como estaremos conhecendo a obra das Cem Linguagens de Loris Malaguzzi.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Encontro Dia 13/04/2018;
13/04/2018;


O grupo começou tímido, de todos os convidados, compareceram a Professora Delci da EMEI Pequeno Príncipe, Professora Kelen Galvão representado o CME, eu, Jaqueline Diel e a Professora Irene C. R. Beber da Unemat. Conversamos sobre a constituição do grupo, lemos o regimento e iniciamos a organização da leitura do livro: As Cem Linguagens. Na qual, este é o foco do ano de 2018, sua leitura e contextualização das práticas que emergem a Educação Infantil em Reggio Emília.
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