segunda-feira, 5 de agosto de 2019

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Encontro dia 03/10/2018

Desejava algo mais que se transformar-se?

Cá estamos!

Esse encontro tivemos a presença da prof. Rosilene, Prof. Adriana, Prof. Sandra, Prof. Jaqueline, Prof. Irene e Prof. Kelen, esse movimento a favor de educação infantil de qualidade tem resistido a cada encontro.

A leitura discorreu em torno da história politica da formação das escolas de Reggio Emilia. A inspiração de Malaguzzi em seus dois amigos Bruno Ciari e Gianni Rodari, que em meio as múltiplas linguagens artísticas e expressivas delineavam as primeiras ações metodológicas nas escolas da infância.

A educação das crianças nos anos 60 nos permitiu contemplar os estudos e autores que embasaram as forças educacionais infantis italianas, o movimento político que estavam impressos nos educadores e a vontade de mudar e promover um educação para crianças que valoriza o pensamento critico e a construção dos mesmos a partir das interações com os outros e com o meio.

Em meio a trajetória de como se constitui a ação com as crianças a prof. Jaqueline levantou algumas angustias em relação ação docente que ela observa na escola e em conversas com as professoras, a desmotivação, a falta de interesse, o descaso com as crianças e com a ação pedagógica.
Prof. Adriana também ressaltou a dificuldade que sente nos momentos formativos em sua escola e como isso tem “amarrado” a intencionalidade da escola da infância de desenvolver um trabalho efetivo e fecundo.

Compreende-se que o momento político, também influencia nas relações escolares e na desmotivação do grupo, mas não podemos deixar de registrar também que muitos profissionais.
Uma angustia levantada pela prof. Rosilene é o momento do estágio, onde as acadêmicas chegam nas escolas e não tem demonstrado a disponibilidade para dar banho e trocar as crianças. A indagação repercutiu reflexões sobre o objetivo de desenvolver essas atividades na perspectiva da escola da infância.

Porque você faz essas atividades? Pra quem você faz essas atividades? Qual a necessidade de dar banho diariamente em todas as crianças? Qual a iniciativa de manter o banho diariamente?

 A escola da infância vê a crianças como protagonista e esse papel é de fundamental importância para que as práticas se deem em torno desse sujeito. Pensar uma escola que atenda na integralidade as necessidades das crianças no aspecto do seu desenvolvimento. Fazer isso ou aquilo pra que? Em que e como essa ação vai contribuir ou não no desenvolvimento integral das crianças? Quais linguagens, experiencias e vivencias estão presentes nessa ação?  São questões que necessitam delinear o discurso sobre a ação docente.

A pedagogia ativa está presente, pois o sujeito aprende com o meio e com as relações que estabelece, onde o papel do adulto é fundamental, pois ele promove condições de aprendizagem e de construção de conhecimento.

A criação de uma escola agradável é possível? Pg69
Fazer uma visitação no texto da pedagogia da relação.
A capacidade de se relacionar com as crianças de maneira individual e especial de enxerga-las no mundo e como parte do mundo. Sentir prazer nessa relação, de estar com as crianças de acompanhar o desenvolvimento das crianças, a evolução dos bebes, das crianças quando estão se desenvolvendo. Estabelecer relação com as crianças de maneira prazerosa de compreender as crianças e se fazer compreender entre as crianças.

A relação de respeito com o outro, de escuta, de fala, é um ato democrático. A escuta se dá pelo atendimento daquilo que se escuta, ação de atende-la e não somente ouvi-la. É um jogo social da vida coletiva que é necessário para a organização da vida coletiva.
Quando as relações não funcionam as relações de barbárie se instalam e se busca então pela coersão.

Próxima reunião discutiremos o capitulo 03, e podemos ler na integra observando o lapso de tempo onde se constituiu as relações. 




sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Encontro dia 17/08/2018

Registro do dia 17 de agosto de 2018.

Ebaaa... mais um encontro!!! Ou reencontro?

Nos reunimos, Andréia Modanese, Gisele Faria, Jaqueline DIel, Keila, Cátia Fernanda, Maria Albaniza, Rosangela Silva, Ester Sofia Peruzzo, Heloisa, Cleusa Verônica, Marilene, Sandra Donato, Irene Beber e eu Kelen Galvão para nos reencontrarmos e nos encontrarmos em nossas discussões e concepções.

Professora Irene iniciou sua fala acolhendo as novas integrantes do grupo e destacou atual situação da parceria que o grupo de estudos tem com a Secretaria Municipal de Educação Esporte e Cultura, já que a única integrante que participa do grupo é a professora Jaqueline Diel e não está mais a frente do Centro de Formação. Lamentamos a ausência da Prof. Jaqueline no Centro de Formação, pois muitas formações eram pensadas por ela e beneficiava diretamente os professores da educação infantil na escola e na formação continuada.

No ensejo, o grupo fez uma homenagem aos trabalhos prestados pela prof. Jaqueline presenteando-a com uma caneca e um vídeo. Algumas palavras foram ditas, palavras que não foram jogadas ao vento mais palavras que trouxeram acalento e acolhimento ao momento e ao coração da prof. Reconhecemos o papel fundamental da formação continuada e as parcerias que fortalecem o Sistema de Ensino e a prática docente do profissional da educação infantil. O encontro se deu entorno das discussões da gestão escolar, da ação docente, da gestão municipal, da implementação de políticas públicas, qualidade da educação, recursos públicos, entre outros.

Quais são as ações que caracterizam a ação docente? O que qualifica meu trabalho junto as crianças e a comunidade escolar?

A professora Heloisa relatou sua experiência na gestão escolar quando seu grupo de docentes não aprovava a ideia de fazer reunião de pais fora do horário de serviço, porém foi proposto pela própria comunidade escolar e o comparecimento foi muito maior que nas demais reuniões. 
Diante da experiência traçamos uma linha de pensamento que nos leva a pensar as ações docentes que compreende as especificidades do serviço público e dentro da educação infantil em especial. Os deveres e obrigações que o docente tem e precisa cumprir para apresentar um diferencial qualitativo nas tarefas cotidianas.

Como consolidar a diferença qualitativa entre um professor e um T.D.I.? A sociedade precisa reconhecer e identificar essa diferença qualitativa.

A prof. Marilena levantou a questão sobre o atendimento das crianças hoje serem feita por meninas adolescentes do ensino médio e não estudantes de Pedagogia. Para que possamos repensar o lugar do docente na educação infantil. Prof. Irene lembra que isso deve ser implementado na elaboração da nova Resolução do Conselho Municipal de Educação Infantil, onde a mesma sugeriu quando esteve em reunião no próprio conselho. E que perdemos a qualidade e experiencia das cursistas que estão finalizando a graduação e que não podem mais ter contrato com o CIEE.

Sugestão: Artigo Daniela Guimaraes – pesquisadora de bebes / relação do corpo/ ação corporal do adulto com as crianças




















Postagem: Jaqueline Diel.
Texto e fotos: Kelen Galvão.

Literatura infantil: reflexões e práticas.

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